segunda-feira, 18 de abril de 2022

Construindo um novo modelo social

 

Durante muito tempo, escrever sobre temas polêmicos e de teor psicológico fizeram parte de minhas semanas...

Desenvolver um blog, contribuir com algumas matérias em Revistas de Psicologia e sites, também alimentaram minha ânsia pela contribuição social e igualmente da agenda de pacientes. Pois, assuntos ligados em como ter mais qualidade de vida, à partir de como pensamos, sentimos a vida e os seus desafios buscando evolução, é algo que todos compactamos, seja em maior ou menor grau.      



Foi aí que decidi escrever um livro, que em poucas páginas, tivesse a possibilidade de introduzir melhor as pessoas, nesse universo sobre a “elevação mental”, como base da qualidade de vida. Envolvendo não somente a saúde mental, mas consequentemente, a saúde física igualmente.

Ainda é um universo sobre a compreensão humana, que está sendo mais explorado do que nunca e que trás grandes respostas, através de tratamentos e também as devidas prevenções. Mas que ainda, é um tema polêmico e alvo de resistência para muitos...

A análise mais sensata é que carregamos grandes correntes da “ignorância” através de nossos ancestrais, onde o instinto da sobrevivência era o necessário, como na era das cavernas. E absorver o contexto de que nossos pensamentos são transformados em sentimentos e que esses podem se tornar doenças, torna-se praticamente inadmissível para muitos!

 


Além de possível, há uma necessidade de transformação mais do que imediata, pois o rumo que nossa sociedade está caminhando, não há espaços para certos pensamentos e comportamentos embasados na violência, preconceito, falta de empatia, falta de senso coletivo e principalmente o respeito.

Obviamente que o caminho ainda é bem longo, mas para desconstruir velhos padrões, é necessário iniciar os novos e comprová-los não somente cientificamente, mas reforça-los através das novas gerações, onde o teor da educação ensinada, pode mudar todo uma sociedade!

Estamos passando por um período de desintoxicação do que o ser humano vem se alimentando desde os primórdios e ressignificando através do amor, da gratidão, em como é incrível e necessário ter qualidade de vida... Onde alimentar de maneira saudável nosso corpo e nossa mente faz toda a diferença!

Um grande conflito existente no cenário atual, percebo que está em como buscar essa evolução, sentir-se em paz e com plenitude. O caminho então, está sendo trilhado de maneira distorcida, com muitas pessoas cultuando excessivamente o corpo. Seja através do excesso de exercícios físicos, obsessão sobre alimentação, até o fato do Brasil estar num ranking disparado de execução de cirurgias plásticas estéticas.

E porque, todos esses exemplos terminam por se tornarem psicopatológicos, altamente viciantes?



Justamente porque falta alimentar a alma ou “Psique”, de conteúdos não palpáveis, mas que se conectam com o que somos verdadeiramente ou pelo menos, que buscamos ser, nessa oportunidade chamada “vida”.

Uma vida com sentido, propósito, que inclui o bem estar não somente próprio, mais de toda uma sociedade faz parte dessa reestruturação de pensamentos e consequentemente de estilo de vida: o cultivo da elevação mental!

Nessa proposta, é que se torna possível a introdução na arte das emoções positivas e maior satisfação consigo mesmo e com a vida. É onde chamamos de Psicologia Positiva, que para mim, foi amor à primeira vista.

O ponto alto desse contexto, é que encontramos pelo caminho, muitas mentes em expansão, que permitem e tornam parte de seus dias o cultivar dessas primícias. Seja através da psicoterapia, da espiritualidade, técnicas holísticas, entre outros. Mas que auxiliam no despertar para um contexto mais integrativo e que permite todas as coisas fluírem, literalmente entrar em estado de FLOW.

Imagino que um dia, talvez distante (Nunca se sabe!), poderemos desfrutar de uma realidade mais plena. Mesmo porque cada ser humano é um universo, e nessa extensão, cada um define e busca o que é melhor para si.

Se ainda vemos o sofrimento predominante, é porque necessitamos silenciar um pouco e compreendermos onde é que a permissão foi dada para tal estado de espírito?

O que é necessário para transcender esse limite tão escasso?

Tenho buscado o autocuidado e o autoconhecimento?

Apesar de todas atrocidades e de um cenário bem complexo em pleno 2022, onde estamos, ainda em guerra sanitária e inclusive, para invadir o território alheio (Totalmente vergonhoso). Ainda assim, vale à pena ressaltar, que não são todas as pessoas que estão envolvidas nesse repertório de tamanha violência, falta de respeito e elevação mental: ainda existem e estão sendo formadas pessoas do bem!

A evolução, mesmo que a passos de formiguinha, vem acontecendo...

Mas como somos seres ainda muito diminutos, com necessidades ainda muito complexas para se tornar algo realmente “bom”, dá a impressão muitas vezes, que estamos retrocedendo. Mas acreditem: Não estamos!

Cabe a cada um definir de que lado escolheremos estar, como queremos desenvolver nossas vidas e o quanto de boa vontade teremos em arregaçar as mangas e lutar, primeiramente por nós mesmos e como reflexo, estaremos ajudando ao outro.

Só assim, deixaremos esse legado muito mais completo para as próximas gerações e levaremos em nosso interior, toda essa construção. Repleta de maior conhecimento, consciência, propósito, empatia, autocuidado, força para batalhar pela evolução e transcendência!

            E ainda completo: certamente chegaremos a algum lugar, onde sequer, atualmente imaginamos. Mas que fará parte da concretização de toda essa iniciação, com base nessas emoções positivas...

            Que todos nós possamos dar o nosso melhor, pois cada um plantando sua semente, amanhã teremos uma imensa e linda “floresta”, onde todos se beneficiarão...








segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

A Hora do Café

                              A forma de encontrar o próprio caminho

 

 

Não quero que sofras

A vida é mesmo assim

Certos sentimentos nos acometem

Trazendo dores que parecem sem fim...

 

Porém, tudo tem um sentido

E a paciência nos liberta com a verdade

Acreditamos em certas distorções

Depois percebemos o que é a realidade!

 

Quando menos esperar

Irá encontrar o caminho

Repleto de flores e realizações

Sem precisar de ninguém, será sozinho!

 

 Café faz bem? 7 mitos e verdades sobre os benefícios do cafezinho para a  saúde

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Crianças francesas não fazem manha Parte II : Maturidade da Mulher/ Mãe francesa

No primeiro artigo, abordamos sobre as diferenças entre a cultura francesa e americana relatadas por um jornalista (Americana), que após o casamento foi morar com o marido na França. Um tempo depois, engravida de sua primeira filha, a Bean. E então iniciam-se uma série de comparações com as diferenças culturais, relacionadas ao sono e alimentação das crianças. Com alguns esclarecimentos, formas de lidar e suas principais consequências.
Em forma de complemento, esse segundo artigo, vem diretamente pontuar sobre os ideais dos pais e a maturidade com que lidam na criação dos filhos. E com base nesse pensamento, iniciamos com uma dúvida muito frequente das famílias para Piaget (Educador mais influente desde metade do século XX):

“Como é possível acelerar o estágio de desenvolvimento das crianças? E como resposta temos: “O ritmo no qual os nossos filhos progridem, dependem das escolhas dos pais e como é a dedicação a elas ativamente”.
  
                                                              Resultado de imagem para desenvolvimento da criança     

Atualmente percebemos que a forma de dedicação dos pais, muitas vezes acaba sendo sufocante e desnecessária em alguns aspectos, deixando um curto período de tempo para que as crianças realmente se dediquem ao aprendizado: deveres e trabalhos escolares, assim como o período para dedicar-se aos estudos diariamente. E estudar, não limitamos somente no sentido de apostilas e cadernos, mas também na leitura de histórias, assistir programas e filmes educativos, ouvir música, assim como, ter no mínimo meia hora do dia ou da noite para sentar e brincar com jogos e brinquedos (Orientação primária aos pais no início do tratamento psicoterápico com crianças, por exemplo).
            Quanto a referência sobre traços sufocantes e desnecessários, se deve a muitas atividades extras em que os filhos são inseridos e os americanos são um grande exemplo disso. Muitas vezes, acreditando ser a única forma de estimular as crianças ou compensar a ausência (Para os pais que trabalham fora o dia todo), porém, fica a grande questão: “Onde os filhos encontrarão momentos para a dedicação citadas acima, se não lhes é permitido tempo suficiente?
                                        Resultado de imagem para crianças sobrecarregadas


Além do mais, essa rotina também sobrecarrega aos pais e minimiza o tempo que teriam juntos para dedicar-se aos estímulos mais importantes da vida que é o auxílio aprendizado escolar, respeito, educação, valores, acolhimento e o carinho.
            E isso não quer dizer que seja errado matricular os filhos em aulas extras, pois elas são muito válidas, porém, com limites e não praticamente todos os dias da semana. Diferente dos franceses, que são mais práticos, colocam a independência e o espaço para criança com um ponto chave. Enquanto os pais americanos veem os filhos praticamente como um projeto, os franceses buscam conteúdos diferenciados: “Eles buscam desenvolver os talentos e as habilidades das crianças por uma série de atividades organizadas, por um processo intensivo de argumentação (Estímulo da expressividade e vocabulário) e supervisão das experiências deles na escola”.
Outro ponto existente e alarmante, é a diferença discrepante entre a cultura americana e a francesa em relação as festas de aniversários infantis. Enquanto as mães americanas e britânicas esperam que você se sociabilize, com frequência e durante várias horas (O que pode não ser tão agradável e cansativo). Na França, as crianças de três anos participam de festas em que só elas ficam, com base no pensamento de que os filhos podem ficar bem sem eles ali o tempo todo (Com a supervisão de outros adultos e recreadores) e com isso é permitido ter um tempo para respirar ou resolver algo importante.
E mais uma vez, percebemos que é possível permitir menos sufocamento nas relações entre pais e filhos, respeitando a individualidade de cada um, que é uma forma de estímulo e independência para ambos.
Para o início dessas intervenções, se faz necessária a compreensão da máxima em que “Os filhos são criados para terem a própria vida, suas construções, independência... Enfim, suas escolhas! E não para ficarem ao lado dos pais e controlados por eles por toda a sua vida”. Sendo assim, um processo leve, substituindo o controle pela troca prazerosa e saudável!
Só assim conseguiremos quebrar algumas amarras, evitando níveis de frustrações, fracassos e tendências a transtornos psicológicos ou doenças psicossomáticas por não conseguirem lidar com as próprias questões ou não terem conseguido chegar ao bom êxito pela falta de liberdade, não possibilidade de independência e o enfrentamento da própria psique, sejam os pais ou os filhos, que vale sempre à pena lembrar: A infância é uma fase decisiva e transitória...

                                Imagem relacionada
                                           

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

A Hora do Café IV

"Ei você...

Que muito se cala e nada se expressa:

- Cuidado! As doenças e o mal estar chegarão mais do que depressa"...



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Mindfulness : Quando respirar é Terapêutico

Atualmente acompanhamos muitos estudos sobre a prática da meditação e a importância da respiração. Através de algumas vivências e estudos, como a yoga (Filosofia que trabalha o corpo e a mente) e o mindfulness (Técnica ocidental de meditação e exercícios) pude perceber os efeitos significativos em viver melhor o momento presente, sentir o próprio corpo, observar os próprios pensamentos, encontrando a melhor maneira em lidar com cada um.
Fato que vem chamando a atenção mundialmente, onde por exemplo, a capa da Revista Superinteressante de Setembro/16 teve como título: “ Mindfulness: Como domar sua mente. Agora”. E em um dos trechos da matéria, encontramos: “Com fé ou sem, a meditação é capaz de diminuir dores crônicas e pressão arterial, manter o cérebro jovem, evitar crises de ansiedade e depressão, aumentar a criatividade e os resultados na escola e trabalho”.
                         Resultado de imagem para Imagens de respiração

Visto que com a diminuição da adrenalina, é possível concretizar todo o trabalho em prol da elaboração dos próprios conteúdos, para que o curso da vida se torne mais presente (E não sempre no futuro e de forma impulsiva ou muitas vezes no passado que oprime). Pois, sobrecarregando nosso estado emocional o corpo gritará em forma de doenças e/ou transtornos psicológicos.
Os efeitos são comprovados e para isso o movimento é simples, consistindo em puxar o ar penas narinas e expirar lentamente pela boca. Onde esse processo faz com que regule os batimentos cardíacos e aumente a oxigenação no cérebro, automaticamente o corpo sentindo um leve torpor.
É fácil e de alta eficácia, já que o corpo e a mente passam a ter uma conexão ainda maior, anteriormente não muito bem definida pela ansiedade, stress. Digo isso, pela prática da psicoterapia clínica, onde muitos pacientes (Principalmente os ansiosos em grau elevado ou os deprimidos), não conseguem sentir essa conexão mais profunda consigo mesmo. E uma vez, esvaziando esse arquivo mental, onde muitos pensamentos permeiam de forma desconexa, é possível tornar consciente parte daquilo que nos incomoda, que faz sofrer, que proporciona angústia. Iniciando o processo em lidar verdadeiramente com nossa vida, posicionando-se frente aos acontecimentos diários.
                                         
                                Resultado de imagem para arquivo mental

Sendo importante ressaltar, que igualmente possuímos bons sentimentos, boas lembranças e elas são fortes aliadas para que a esperança, a autoestima e autovalorização nos fortaleçam para o caminho de nossas sombras. 
Um segundo passo, é aliar o exercício de respiração com o relaxamento, sendo possível acessar ainda mais o contato com nosso interior, propiciando paz e tranquilidade. O exercício consiste em que novamente o paciente inicie sentando-se em uma posição confortável, feche os olhos, puxe o ar pelas narinas e expire lentamente pela boca, deixando que os pensamentos discorram livremente. Então, passo a orientar em como acessar cada parte do corpo, liberando todas as tensões, incluindo o trabalho em retirar toda a carga de sofrimentos, tristezas e negatividade ao expirar de forma mais intensa. Onde toda tensão e rigidez contida no corpo irá dissolvendo-se ainda mais nesse movimento.
No final da prática, as reações são as mais diversas: desde o choro que alivia, muita gratidão (Em forma de agradecimento por parte dos pacientes pela prática e o resultado imediato), surpresa por ser tão simples e significativo, paz e alegria. Sendo gratificante para nós que propiciamos esse momento de acolhimento e bem estar ao próximo.
E para fechar, a dica importante é levar a prática para a vida diária, fazendo da respiração e a observação do corpo e de sua mente parte da rotina. Seja no momento de uma caminhada, elaborando um ambiente propício na própria casa incluindo músicas de relaxamento, durante o banho ou antes de dormir. E claro, essa prática somada com a psicoterapia, será possível resultados mais completos.

                   Imagem relacionada



quarta-feira, 20 de abril de 2016

A Hora do Café XIII

"Quando me encontrei... Bem sabia que sempre estive ali!

Por entre arranha-céus ou sob a terra que tocava meus pés descalços

Procurando outras formas de vida que permeavam pelas conquistas e incompreensões

Um encontro profundo com a psique, a própria alma

Desenvolvendo o bem mais precioso que um ser humano pode ter: o de sentir...

Amor... Alegria... Liberdade

Tristeza, mágoa ou intenção

De se autoconhecer, de verdade"... (Carol Careta)
  









quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Crianças Francesas não Fazem Manha: Sono e Alimentação - PARTE I

Cada vez mais percebemos a imensa dificuldade nas famílias em relacionar a individualidade e o trabalho com a criação dos filhos e a responsabilidade de zelar pelo próprio lar.
A geração vem contribuindo muito para os grandes obstáculos, pois as crianças exigem mais em aspectos de conhecimentos, tecnologia e cobram igualmente a atenção dos pais. Fatos que hoje, o Brasil como um todo vem demonstrado alguns déficits, ao que se diz respeito na sustentabilidade da família, em suprir as necessidades dos filhos e cônjuges.
Um modelo muito difundido tem como base o livro: “Crianças Francesas não Fazem Manha” de Pamela Druckerman. Uma jornalista americana que se apaixona por um britânico,  residente na França, onde se relacionam um curto período de tempo e resolvem morar juntos. Logo em seguida ela engravida de sua filha Bean, iniciando um processo de conflitos e comparações entre sua criação e trejeitos americanos, com a conduta francesa. Fatores em que os brasileiros se aproximam na condição americana, servindo como exemplo.
                     

O modelo francês inicia seu processo desde o nascimento, onde os pais são reforçados a coagir com mais tranquilidade quando seu filho acorda chorando durante a madrugada para a amamentação ou simplesmente porque estão com alguma indisposição. A técnica é indicada por um pediatra local chamado Michel Cohen de “dar a chance de seu filho acalmar-se sozinho e não pular em cima dele à noite, não responder automaticamente. Essa pausa antes de atender ao choro de madrugada, sempre fizeram filhos que dormem melhor, enquanto pais ansiosos tem filhos que acordam repetidamente até tornar-se insuportável”. Além de priorizar a qualidade de vida dos pais, para que o reflexo seja o melhor possível na criança desde seu nascimento.
Sendo um quadro que exige transformação igualmente nas famílias brasileiras, pois é muito comum em nossos consultórios de psicologia a queixa excessiva dos filhos não lidarem com a frustração: palavra NÃO e paciência em esperar, as regras e limites. Onde esses pais desesperadamente tem a necessidade de “socorrer” o filho na primeira resmungada ou ceder aos caprichos no mesmo momento, reforçando-os de forma negativa e ilusória, pois em algum momento nos depararemos com tal injunção do termo e o sofrimento torna-se pior, contribuindo muito com os transtornos psicológicos e as doenças psicossomáticas futuras.

                               

As regras estendem-se no aspecto da alimentação, enquanto pais americanos são incisivos nos fast foods e industrializados, um bebê francês aos quatro meses já inicia seu processo de alimentar-se a cada quatro horas, como um adulto, por exemplo: café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar. Onde o cardápio básico inclui frutas, verduras, legumes, queijos e também logo mais tarde aprendem a fazer lanchinhos da tarde, como o primeiro bolo de iogurte chamado: gâteau au yaourt, junto com a mãe.
É muito comum as mãe francesas tomarem suas xícaras de café ou chá inteiras, ou seja, conseguem conversar do início até o final na companhia de crianças e sem birras. Mesma situação nos restaurantes, onde os pequenos permanecem sentados e se alegram com um prato de peixe com legumes. Fato não ocorrido, com Bean, por exemplo, onde o choque de culturas faz com que ela em um determinado restaurante rasgue em pequenos pedacinhos os guardanapos de papel, um tanto quanto agitada, que estão sobre a mesma e os jogue no chão, fazendo com que os pais comam brevemente e envergonhados pedem desculpas ao garçom, seguido de uma gorjeta.
Outro ponto muito sensato é a máxima dos pais franceses: a palavra “Não”, pois os filhos precisam aprender a lidar com a frustração. Ela é empregada no sono, na alimentação ou quando se diz respeito aos desejos ou caprichos em sentido geral das crianças. 
Percebe-se desde o o momento do nascimento, por exemplo, quando não é atendido de primeira quando resmunga ou chora, é possibilitador aos pais a capacidade de observarem seus filhos, ensinando-lhes a melhor forma de encarar o mundo e as pessoas. Igualmente, é necessário explicar quando não pode ser atendido a um desejo ou capricho da criança, apontando as razões do não e permitir que eles possam expressar-se com o choro muitas vezes. Ou quando são reforçados a comerem de forma saudável e com horários fixos, questão que entre americanos é comum não terem horários fixos e as crianças desde cedo abrirem a geladeira pegando aquilo que tem vontade no momento.  
Todos esses fatos de condutas francesas que tornam a vida da família e da própria criança, que irá crescer um dia, mais tranquila e mais compensatória dentro dos padrões reais e sensatos.
 O essencial é compreender que todos esses cuidados tem como referência o amor, apesar de parecerem rígidos ou mesmo frios comparados a outras culturas, é percebido que funciona e não são infelizes por isso, pelo contrário, são considerados o modelo de respeito e cuidado com o outro!